A Fonte da verdadeira Comunhão (1 João 1:1-7) – Estudo 2

A Fonte da verdadeira Comunhão (1 João 1:1-7) – Estudo 2

 

Recapitulando: Quem é esse João?

Filho de Zebedeu, e irmão mais novo de Tiago (Mc 1:19)

O apóstolo João, o mesmo “João, presbítero” – 2 Jo 1, 3 Jo 1   (relação dos apóstolos: Mt 10)

 

O que é Comunhão?

koinonia

fraternidade, associação, comunidade, comunhão, participação conjunta, relação

a parte que alguém tem em algo, intimidade.

que tem o dom de compartilhar com outros suas posses, inclinado a conceder, que dá liberalmente,

liberal, companheiro, associado, sócio

 

COMUNHÃO

Associação com uma pessoa ou com Deus, envolvendo amizade com ela e incluindo participação nos seus sentimentos, nas suas experiências e na sua vivência (Gn 5.22-24; 6.9-10; 17.1).

Bíblia de Estudo Nova Tradução na Linguagem de Hoje (Sociedade Bíblica do Brasil)

Relacionamento que envolve propósitos e atividades comuns; parceria (At 2.42; 2Co 6.14; Gl 2.9; Fm 6,)

Dicionário Da Bíblia De Almeida 2ª Ed. Sociedade Bíblica do Brasil

 

O texto: Qual é a fonte da verdadeira comunhão?

Vs. 3

“Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho”

Vs. 5

“Deus é luz”

Vs. 6

“Mantemos comunhão com Ele (e andamos)”

 

A dinâmica é muito simples:

A fonte da verdadeira comunhão é Deus

Mantemos comunhão com o Pai e com seu Filho Jesus

Mantemos comunhão com Deus, que é luz

 

Deus como modelo de comunhão

 

A “releitura” da Trindade

Uma Teologia Espiritual (Ricardo Barbosa, Eugene Peterson, Brennan Manning, e outros)

 

O que é a Trindade?

Qual é a proposta prática da doutrina da Trindade?

Como ela se relaciona com a nossa vida prática?

 

No livro “O Caminho do Coração”, o pastor Ricardo Barbosa explica essa relação:

*      Cremos em um Deus único, que vive e se manifesta na Trindade.

*      O Deus bíblico não existe solitariamente, ele é sempre a comunhão das três divinas pessoas.

*      Fomos criados conforme a imagem e semelhança do Deus Trino.

*      Fomos criados para amar, para conviver em amizade e comunhão com o Criador e com sua criação.

*      Deus é um ser relacional.

*      Comunhão é a razão de ser do homem – e da igreja.

 

 

Ricardo de São Vitor (Século XII)

“O exercício da caridade exige uma outra pessoa. Ninguém tem caridade para consigo mesmo. O amor precisa ser direcionado a uma outra pessoa para que se constitua em verdadeira caridade.

Onde existe apenas uma pessoa não existe caridade.

Daí sua conclusão lógica de que se Deus é amor, Ele não pode existir solitariamente,

não pode ser um Deus uno”.

 

 

Como essa Comunhão se manifesta de forma prática na vida da Igreja?

 

A dinâmica é muito simples:

Deus é comunhão

Mantemos comunhão com Deus, que é luz

A conseqüência natural: Mantemos comunhão uns com os outros.

 

“Se dissermos que mantemos comunhão com ele e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado”. (1 João 1:6,7)

 

CONCLUSÃO:

 

1º.   Se Deus é um ser relacional, aquele que mantém comunhão com Ele aprende a se relacionar;

2º.   Se Deus é comunhão, aquele que mantém comunhão com Ele aprende a viver em comunhão com os outros (1 João 1:6);

3º.   Se Deus é luz, aquele que mantém comunhão com Ele vive e anda na luz e mantém comunhão com os outros (1 João 1:7).

 

Obs. Há muitos outros aspectos sobre a Verdade, perdão de pecados, andar na luz, e como o pecado atrapalha nossa plena comunhão, que vamos ver ao longo dos estudos.